sexta-feira, 23 de abril de 2010

Filme: Platoon


Óh meus irmãos! Quando o assunto é cinema, eu não sou o perito do blog, mas uma coisa é certa, não sou o que menos entende. Foi me afirmando nesse argumento, que decidi fazer um post cinematográfico, aqui vai um post sobre Platoon.

Pois bem, nessa semana, como quem não quer nada, fui a uma locadora para locar um filme que meu irmão pediu. E como sempre dei uma olhada nos filmes catálogos (filmes antigos que ainda estão na locadora por algum motivo), procurando por um clássico que eu provavelmente veria pela 417478115ª vez, Predador. Foi então que vi um cara com um uniforme militar camuflado, de joelhos, com as mãos para cima, bastante sujo de sangue, e numa floresta tropical, e num momento de súbita iluminação eu constatei "Vietnã", e logo veio outro pensamento "Porra! Outro filme de guerra no Vietnã", mas depois que vi o filme, óh meus irmãos, percebi que Platoon não é só mais um filme de guerra no Vietnã (junto com o Nascido Para Matar), e sim, O filme de guerra no Vietnã. Esqueça "Bom dia Vietnã",esqueça também "Fomos Heróis", e todo o resto.

Platoon não é um filme de guerra comum, pelo menos não diante de olhos treinados. Sim, Platoon contém toda a sorte de mortes que devem haver em filmes de guerra no Vietnã, amputações, explosões, tiros na cabeça, e coisa e tal. Mas o mais maneiro é que apesar do filme mostrar a visão de um soldado norte-americano, no caso Chris Taylor (Charle Sheen), o filme mostra toda a fédiputisse de certos membros do exército americano.

Eu ia deixar uma sinopse do filmes e tals, mas achei melhor não, esse não é o tipo de filme que tem apenas uma interpretação, apesar de não ser nada de extremamente filosófico, mas há filosofia no filme. Vale muito a pena.


Áh, quase esqueci, o filme foi dirigido pelo foderoso Oliver Stone, é de 1986, e foi baseado em experiências pessoais do diretor, concorreu a 8 Oscar's e faturou 2.

Nota: dois polegares para cima

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