segunda-feira, 22 de outubro de 2012

e a cultura?

Óh meus irmãos, ontem, estava eu em meu encorouraçado digital navegando nos mares perigosos da internet e me deparei com duas coisas que me tocaram o coração. A primeira foi uma tira que dizia que em termos científicos a grandeza do infinito é igual à quantidade de pornografia na internet dividida por dois... fiquei feliz, admito.
A segunda foi um blog, uma postagem anônima que falava de um tal festival de música da cidade de Anápólis (FAMU). O autor juntou tudo que não prestava no peito cuspiu críticas ríspidas nos participantes (notem a hipérbole). Como eu reagi? Eu ri, caótico e neutro.
Ri não desmerecendo o autor - até mesmo porque eu não estou em posição para isso (não que ele seja melhor do que eu, mas eu respeito a "galerê" e tudo mais)- eu ri mesmo por inocência, e ri por concordar com bastante coisa do que estava escrito, porém das coisas que eu discordei eu atribuí caráter absurdo, diga-se de passagem.
O texto, como eu disse anteriormente é uma crítica (não muito profissional e menos ainda parcial) porém diz lá suas verdades, se desfazendo de qualquer sombra de eufemismo. Porém, mais interessante de tudo foi a reação do público, por despertar o espírito fatal e a psicose da morte no pessoal eu dou crédito ao autor do texto infame (as vezes me trajo de vilania pra observar de outro ponto).
Faço uso da imparcialidade pra dizer o que eu digo aqui, não sou um crítico, não vejo porque eu escreveria uma crítica sobre um festival de música e desculpem o meu francês, mas eu tô pôco me fudendo. O que eu quero falar mesmo é sobre a importância do festival, a importância dos cantores que ali estavam e a importância de alguém discordar de todo mundo (senso comum me chupa).
Anápolis, como cidade entre o crescimento econômico notável, polêmicas políticas e tudo mais tem valorizado a cultura, com o festival de cinema de anápolis, o próprio FAMU (nada mais que a obrigação, mas tudo bem) entre outras coisas, e a administração vem valorizando principalmente a produção cultural da cidade, e isso é importantíssimo. Mas algo que o pessoal aparentemente não vê é que nem todo cantor anapolino é exatamente bom (cacetada! dessa eu não sabia), mas ainda assim certos cantores anapolinos têm seus fãs, nada mais justo, mas vejam bem, Luan Santana é péssimo (nisso todos concordamos, espero) mas para milhões de garotinhas na puberdade ele dá de dez no Chico Buarque. Por vezes já assisti shows de bandas que tocaram no FAMU e caralho, quantas vezes eu já pensei "porra, eles já foram melhores", gosto das bandas, já bebi e me diverti muito ao som de suas músicas, mas não posso sorrir e fazer joinha toda vez que desafinam e o som ficar ruim. Claro, culpar os cantores por problemas na estrutura ou mesmo cobrar habilidades dignas de cantores famosos é vacilo, e os argumentos usados para expressar a opnião do autor foram parciais, mas para encerrar gostaria de dizer que faltou peito ao autor do texto ao não se identificar, mas cara, valeu por ter escrito.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Hack Slash


Depois de algum tempo sem postar por causa da falta de assunto, usei o que provavelmente é o ultimo resquício de assunto que posso ter para fazer esse post. Infelizmente por hora, contrariando a preferência popular, esse post não falará sobre pornografia ou sobre ninfetas, e sim sobre algo que já foi cogitado por certos membros do blog, e algo de suma importância para a formação da cultura jovem nos dias de hoje: Quadrinhos.

Creio eu que todos (se não todos, a maioria ao menos) que lêem esse blog concordam que Hollywood hoje em dia depende bastante dos quadrinhos para manter o público jovem atento a suas produções, até mesmo porque a outra fonte de histórias para jovens são os livros feitos para jovens, e como sabe a maioria, não são tão bons quanto quadrinhos, creio que não preciso fazer nenhuma citação em especial.

Mas assim como parte do cinema depende de parte dos quadrinhos, partes dos quadrinhos dependem de parte do cinema, temos aí hq's do predador, cavaleiros da velha república, Exterminador do futuro, e tals... e um bem maneiro, que depende de forma indireta dos filmes, é dele que eu vou falar, Hack Slash.

Cassandra Hack é uma metaleira gostosa caçadora de slashers (caras como Freddy Krueger, Jason, entre outros). Por que uma pessoa, mesmo sendo uma metaleira gostosa, sairia caçando monstros matadores de gente? Talvez por trauma de infância. Cassie foi abandonada pelo pai e foi criada por sua mãe que era uma Slasher, não com poderes ou invulnerabilidades de morto-vivo, era apenas uma pessoa normal com o cérebro frito, e pra ficar maneiro a mãe se mata na frente da filha.

O que se segue é uma série de caçadas a slashers, mortes, e uma aliança com Vlad (a princípio tão assustador quanto os inimigos de Cassie).

Temática: assassinato em série
Contém: violência, agressão física, assassinato, tortura, sangue, Elvis Presley, mutilação, Heavy Metal, insinuação sexual, nudez, pancadaria, tiroteios, rituais, entre uma porrada de coisa maneira. Vale a pena conferir. Há também os especiais e os anuais, mas esses eu ainda não li.


no actions & comics tem, assim como no cyber pimenta

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Woodstock - 2010

Não temos bandas, preços e só confirmaram que vai ser em uma fazenda em ITU - SP.
Isso mesmo , woodstock no brasio-br.
Em breve mais informações.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Filme: Platoon


Óh meus irmãos! Quando o assunto é cinema, eu não sou o perito do blog, mas uma coisa é certa, não sou o que menos entende. Foi me afirmando nesse argumento, que decidi fazer um post cinematográfico, aqui vai um post sobre Platoon.

Pois bem, nessa semana, como quem não quer nada, fui a uma locadora para locar um filme que meu irmão pediu. E como sempre dei uma olhada nos filmes catálogos (filmes antigos que ainda estão na locadora por algum motivo), procurando por um clássico que eu provavelmente veria pela 417478115ª vez, Predador. Foi então que vi um cara com um uniforme militar camuflado, de joelhos, com as mãos para cima, bastante sujo de sangue, e numa floresta tropical, e num momento de súbita iluminação eu constatei "Vietnã", e logo veio outro pensamento "Porra! Outro filme de guerra no Vietnã", mas depois que vi o filme, óh meus irmãos, percebi que Platoon não é só mais um filme de guerra no Vietnã (junto com o Nascido Para Matar), e sim, O filme de guerra no Vietnã. Esqueça "Bom dia Vietnã",esqueça também "Fomos Heróis", e todo o resto.

Platoon não é um filme de guerra comum, pelo menos não diante de olhos treinados. Sim, Platoon contém toda a sorte de mortes que devem haver em filmes de guerra no Vietnã, amputações, explosões, tiros na cabeça, e coisa e tal. Mas o mais maneiro é que apesar do filme mostrar a visão de um soldado norte-americano, no caso Chris Taylor (Charle Sheen), o filme mostra toda a fédiputisse de certos membros do exército americano.

Eu ia deixar uma sinopse do filmes e tals, mas achei melhor não, esse não é o tipo de filme que tem apenas uma interpretação, apesar de não ser nada de extremamente filosófico, mas há filosofia no filme. Vale muito a pena.


Áh, quase esqueci, o filme foi dirigido pelo foderoso Oliver Stone, é de 1986, e foi baseado em experiências pessoais do diretor, concorreu a 8 Oscar's e faturou 2.

Nota: dois polegares para cima

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Vale tudo - uol

Um fórum do uol, o vale tudo ou "VT" organizou um ataque à revista capricho. Basicamente a história era colocar num concurso virtual, um personagem fake que todos votariam em massa pra causar na parada.
O que acontece, é que eles estavam quase ganhando a parada quando o profile foi banido. Como vingança, hackearam os profiles do concurso e colocaram a tag ""LORD VIVE! fv*x e L Espirit"". Vejam a print aqui. Lord era o perfil fake.

Só sei que a história foi muito doida, pqp!
Depois comento a história com vocês.